quinta-feira, 13 de maio de 2010

O motivo de parar de fumar ser tão difícil


No inicio que o fumante decide parar de fumar é muito mais fácil, principalmente nas primeiras horas. Mas depois de um tempo vai ficando cada vez mais difícil. Aquela vontade de realizar as tarefas por mais prazerosas que sejam, vai ficando cada vez menor e o desânimo vai tomando conta.

Depois surge a irritaçao. Essa irritação é crônica e emocional que a cada meia hora cresce mais. No inicio só grandes coisas irritam, mas com o tempo qualquer coisinha mínima vai irritando cada vez mais. O simples fato de esquecer uma lâmpada ligada, já é motivo para uma tempestade em copo d' água.

Mas não para por ai, se o organismo conseguir suportar a irritação ainda vêem a ansiedade, tristeza, depressão, insônia ou sonolência. Pode vir também à desconcentração, que dificulta a fazer a mais simples tarefas. Então o corpo começa a pedir nicotina e não é fácil enganá-lo.

Ninguém consegue parar de fumar de vez na primeira tentativa, mas a ajuda de amigos e familiares é muito importante nesse processo. Mas só de estar tentando uma vez, já é um progresso.

Uma pesquisa realizada há muito tempo mostrou que existem quatro situações para anular a síndrome de abstinência: a religião, grupos de esportes, gravidez e receber a noticia de que corre risco de vida.

Referências Bibliográficas

MILAGRES, JORGE ALEXANDRE SANDES. Fala logo, e quando resolve-se não repor a nicotina? Sem data. Disponível em: http://www.cigarro.med.br/cap11htm
Acesso às 17h e 38 min do dia 04/01/10

terça-feira, 11 de maio de 2010

Porque os médicos fumam?


Muitos fumantes vêem seus médicos fumando e acham super normal. Se eles que são médicos e sabem muito bem dos riscos, pois vêem diariamente pessoas morrendo com doenças tabaco-relacionadas ou tendo que amputar seus membros devido à má irrigação sanguínea provocada pelo cigarro, então não tem problema eles fumarem.

Mas o motivo dos médicos fumarem é simples. A dependência a nicotina na maioria dos casos  acontece  na adolescência, quando muitos deles ainda nem pensaram em qual profissão seguir e se vão seguir na área da saúde. Por isso é muito raro ver um estudante de medicina entrar no mundo do tabaco, pois ele já conhece muito bem os riscos.

Um coisa bem curiosa, é que antigamente as indústrias de tabaco usavam médicos como garotos propagandas de sua marcar. O ideal mesmo seria que desde naquela época invés dos médicos apoiarem eles deveriam alertar.

Deixo uma pergunta a vocês, leitores. Por que os médicos que fumam, não procuram ajuda para se livrar de sua dependência, se eles sabem que faz tão mal?

Referências Bibliográficas

MILAGRES, JORGE ALEXANDRE SANDES. Porque, então, os médicos fumam? Sem data. Disponível em: http://www.cigarro.med.br/cap14.htm
Acesso às 13h e 09 min do dia 05/01/10.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Imagens chocantes em maços de cigarro


As imagens nos maços de cigarro tem como objetivo a prevenção do consumo por jovens e para incentivar o fumante a se questionar o motivo de fumar. O Brasil foi o segundo país do mundo a adotar a medida. A Inglaterra lançou uma série de imagens muito chocantes do Brasil, mas nem por isso as pessoas deixaram de consumir. As empresas chegaram até a alegar que as imagens não mostravam o que realmente acontecia.

Essas imagens publicadas nos maços britânicos, na realidade foram desenvolvidas pela neurobiologia da UFRJ, da neurofisiologia do comportamento da UFF e o Departamento de Artes e Design da PUC- Rio e foram feitas com base em estudos de neurobiologia.

As advertências sanitárias nas embalagens dos cigarros representam uma das medidas centrais da Convenção- Quadro para o Controle do Tabaco, assunto que já foi falado no post passado. Essas novas fotografias podem mantem o fumante alerta aos futuros prejuiços. As fotos nos maços interferem no apelo que a propaganda transmite através de bonitas embalagens. Nas ações de controle o objetivo é comunicar e imformar a população sobre os riscos do consumo e gerar um sentimento de rejeição, para poder afastar o consumidor, principalmente o público jovem.

Referências Bibliográficas

MOUTINHO, SOFIA E ET.AL. Imagens chocantes: uma ferramenta contra o tabagismo? 2009.  Disponível em: http://www.olharvital.ufrj.br/2006/index.php?id  edicao=166&codigo=4
Acesso às 18h e 47 min do dia 08/12/09.

terça-feira, 4 de maio de 2010

É isso que o cigarro faz com o fumante. Depois que a pessoa se vicia, o cigarro vai tomando a cada dia mais e mais a sua saúde até levar a morte. Mas a um jeito para que isso não nunca ocorra. É só, nunca experimenta o cigarro.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

A Convenção Quadro para o Controle do Tabagismo


A Convenção Quadro para o Controle do Tabagismo foi criada pela ONU devido ao aumento da epidemia do tabaco pelo mundo. Os dispositivos centrais desta convenção para diminuir a demanda são:

* Medidas ficais relacionadas ao preço e 
* Medidas não relacionadas ao preço, que são:
- Proteção contra exposição à fumaça ambiental do tabaco;
- Regulamentação do teor nos produtos derivados de tabaco;
- Regulamentação das informações dos produtos do tabaco;
- Embalagem e rotulação dos produtos do tabaco;
- Educação, comunicação, treinamento e conscientização pública;
- Propaganda, promoção e patrocínio do tabaco.

Já os dispositivos centrais para a redução da oferta são:

* Diminuição do comércio ilegal dos produtos de tabaco;
* Limitar a venda a maiores;
* Apoio das atividades alternativas que sejam viáveis economicamente.

Este é o primeiro tratado global na área da saúde que representa uma mudança de conceitos para o desenvolvimento de uma estratégia reguladora para debater questões referentes assubstâncias que provocam dependência. Entre as várias medidas tomadas ela afirma a importância das estratégias relacionadas à demanda e a limitação da oferta.

Entre outras medidas a convençao exige novos rótulos dos produtos e derivados do tabaco, implementação do ar limpo e controle mais rígido no contrabando.

Referências Bibliográficas

Acesso àS 18h e 43min do dia 08/12/09.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Políticas de controle do tabagismo no Brasil


Não existe nenhuma intervenção que tenha feito efeito significativo para o controle do tabagismo. Atualmente os programas de controle do tabagismo mais eficazes são aqueles que diminuem a circulação do cigarro, sendo eles: aumento dos impostos sobre o ciagrro, informações aos  consumidores, proibição de propagandas e promoções, advertência e restrições do fumo em lugares públicos.

As políticas de controle do tabagismo têm como objetivo a melhoria da saúde e intervenções do governo no mercado do tabaco. Isto porque a maioria dos fumantes, em especial os mais jovens e os mais pobres, são conscientes dos altos riscos do tabaco, já os consumidores e potenciais não tem o menor conhecimento. Além dosso, o tabagismo impõe custos aos não fumantes, pois a verba que seria destinada a eles acaba sendo destinada no tratamento dos fumantes, além da irritação que os fumantes passivos sofrem.

O aumento dos impostos e consequentemente o aumento do preço do cigarro é uma medida muito importante, pois isto afastaria os jovens. Afinal, há uma aparente falta de sucesso da educação em sapude para reduzir o tabagismo entre os adolescentes. Esta atitude pode ser provada eficiente em países desenvolvidos que implementaram e isso gerou uma diminuição muito significativa.

Desde a década de 60 os governos passaram a exigir que as empresas de cigarros colocassem advertências em seu produto. Esses avisos são eficazes, desde que sejam grandes, claros e incluam palavras fortes e efeitos especificos. É possível que esse instrumento não atinja os mais pobres em países de baixa ou média renda, pois os cigarros normalmente são comprados um a um ou são ilegais, o que quer dizer que não tem nenhuma advertência.

Referências Bibliográficas

IGLESIAS, ROBERTO, ET. AL. Controle do tabagismo no Brasil. 2007. Disponível em: http://64.233.163.123/search?q=cache:BS8hOai431cJ:portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/Controle%2520do%2520Tabagismo%2520no%2520Brasil.pdf+Epidemiologia+do+tabagismo+no+Brasil&cd=24&hl=pt-BRct=24&hl=pt-Br&ct=clnk&gl=br
 Acesso às 18h e 43 min do dia 08/12/09.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Como ocorre a dependência no cérebro


Tudo começa no cérebro em um lugar chamado Núcleo Accumbes, que faz parte do sistema mesolímbico-dopaminérgico. Depois que o Locus Ceruleus entra em contato com a nicotina ele fica sempre querendo mais. Um fumante da dez tragadas por maço, isso dá duzentos impactos de nicotina por dia, nenhuma outra droga ou prática compulsiva tem tamanha frequência sobre os neurônios.

Quando a nicotina atinge o cérebro ela ativa os receptores de nicotina que liberam substâncias chamadas neurotransmissores. Esses neurotransmissores são responsáveis por várias sensações. Eles são:

Dopamina que dá sensação de alegria e diminui o apetite.
Serotonina que dá coragem, bom humor e controla o apetite.
Noradrenalina que ajuda a focar as coisas.
E a Vasopresina e Glutamato que melhora a memória.

Esses são os neurotransmissores identificados até hoje que o cigarro libera além do neurotransmissor Acetilcolina que é semelhante à Noradrenalina. No primeiro contato ocorrem algumas reações ruins típicas de uma intoxicação que podem ser: tonteiras, tosse, enjôos, vômitos, entre outras. Depois de um determinado tempo o organismo começa a ter uma tolerância e o fumante deixa de sentir as sensações ruins.

A dependência se dá em poucos dias ou semanas, muito mais rápido do que a pessoa pensa. Já quando a pessoa para de fumar os sintomas de abstinência vão desde irritação insupotável à apatia ou desinteresse completo, mas que passam com o tempo.

Referências Bibliográficas

MILAGRES, JORGE ALEXANDRE SANDES. Afinal, qual é da nicotina? Sem data. Disponível em: http://www.cigarro.med.br/cap8.htm
Acesso às 17h e 18min do dia 04/01/10.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Indústria do tabaco financia F1


As indústria tabagistas se interessaram pela F1 nos anos 60, pois era uma forma de driblar as restrições que já eram feitas naquela época (1). Mas apartir dos anos 70 o seu interesse mudou, pois eles agoram usavam a F1 para atingir o público jovem, pois nela está embutida a audácia, a coragem e as vitórias esportivas (2).

Atualmente a indústria tabagista investe 350 milhões de reais em patrocímio da F1, eles não iriam gastar tanto dinheiro em uma coisa que não desse lucros maiores. Entre vários motivos de a indústria investir, é que a F1 tem um grande glamor, tem cobertura mundial pela televisão, o seu tempo de duraçao é de 10meses e depois do futebol é o esporte que é mais assistido em todo o mundo (3).

Normalmente as indústrias investem mais nos pilotos que mais ganham, para que assim ao invés das pessoas associarem a uma péssima imagem eles associam a uma imagem de um ganhador. Pesquisas realizadas na Europa revelaram que os adolescentes que assistem a F1 têm uma incidência significativamente maior no tabagismo.
Mas hoje em dia a historia é diferente, pois muitos países principalmente os da Europa onde a maioria das corridas acontece, vêm proibindo a exposição das marcas de cigarro nos macacões, outdoors, carros e da equipe. Como o interesse da indústria do tabaco é ganhar mais consumidores. As empresas vem forçando a F1 à transferir suas provas para a Ásia onde não existe restrições (2).

Aqui no Brasil desde 2003 foi proibida a propaganda de cigarros nas corridas de F1 desde que a lei entrou em vigor a própria F1 tem procurado brechas na legislação para que a indústria tabagista continuem a patrocinar as corridas. Afinal é com dinheiro das indústrias tabagistas que a F1 investe em tecnologia para melhorar se desempenho nas pistas (3).

Referências Bibliográficas

(1) MÉDICI, DANIEL. A indústria do tabaco- e a Indústria Cultural.2009. Disponível em: http://cadernosdoautomobilismo.blogspot.com/2009/05/industria-do-tabaco-e-industria.html
Acesso às 17h17min do dia 31/03/10.

(2) MILAGRES, JORGE ALEXANDRE SANDES. As campanhas publicitárias, as famigeradas propagandas de tabaco. Sem data. Dispinível em: http://www.cigarro.med.br/cap21.htm
Acesso às 13h27min do dia 05/01/10.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Se liga!

A imagens que o cigarro vende muitas vezes é que se você o tiver você  se tornará uma pessoa cercada de "amigos" e de mulheres ou homens bonitos, mas não e bem assim. O que o cigarro realmente oferece é o que está escrito nesta imagens, além de outras coisas nada boas que já foram citadas nesse blog.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Indústria do tabaco


Um dos principais motivos para o tabagismo ser a mais importante doença do mundo, se dá pelo fato de vários publicitários estarem interessados em promoveer o tabaco. A principal base das campanhas é o desejo. Estas mensagens, são quase sempre com algo que as pessoas gostariam de ter ou ser, os publicitários querem vender a impressão de que se a pessoa possuir o cigarro, o sonho torna-se verdade. Os publicitários querem mexer com os sentimentos das pessoas, para que elas fumem sem a clareza do porquê.

No inicio, como a indústria do tabaco não possuia muitos meios para a divulgaçao, ela usava o próprio maço como meio para divulgar. A indústria utilizava imagens de mulheres muito bonitas e quase nuas. Tinha até uma marca que colocava cheques de até cinquenta mil réis dentro de maços.

Quando a indústria começou, no inicio do século 20, o objetivo era vender cigarro só para homens, mas depois da segunda guerra mundial, que provocou mudanças radicais no mundo, a indústria mudou. No inicio dos anos 50 as mulheres também passaram a ser alvo de publicidade (1).
A indústria usou a personagem da Audrey  Hepbum para motivar várias mulheres a fumar. Ela morreu aos 63 anosde câncer de cólon, doença tabaco relacionada. Antes da década de 70 havia menos câncer de pulmão. Até então,  só eram diagnosticados câncer de mama e de últero. Este crescimento do câncer de pulmão em mulheres depois da década de 70 foi devido à mudança de hábito, quando mulheres também passaram a fumar (2).

Referências Bibliográficas

(1)MILAGRES, JORGE ALEXANDRE SANDES. As campanhas publicitárias, as famigeradas propagandas de tabaco. Sem data. Disponível em: http://www.cigarro.med.br/cap21.htm
Acesso às 13h27min do dia 05/01/10.

(2) MILAGRES, JORGE ALEXANDRE SANDES.Quando homens e mulheres começaram a fumar. Sem data. Disponível em: http://www.cigarro.med.br/cap12.htm
Acesso as 13h05min do dia 05/01/10.