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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Fumo causa danos ao pulmão


Segundo pesquisa da Faculdade de Medicina de Weill Cornell, em Nova York, nos EUA, danos ao pulmão não é só um problema que atinge fumantes. O fumo ocasional ou passivo pode causar danos ao órgão.

Segundo Ronald Crystal o contato com a fumaça do cigarro aumenta o risco de doenças como câncer e doença pulmonar obstrutiva crônica. Os genes ativados nas células dos pulmões dos fumantes esta ligada ou desligado em pessoas com pouca exposição ou pouca freqüência a fumaça.

Alguns genes dentro das células que revestem os pulmões são muitos sensíveis ao cigarro e as alterações nestes genes são as primeiras evidências da doença biológica. Isso indica que nenhum nível de tabagismo ou exposição é seguro  a ninguém.

Referências Bibliográficas

R7. Fumo ocasional causa danos graves ao pulmão. 2010. Disponível em: http://noticias.r7.com/saude/noticias/fumo-ocasional-causa-danos-graves-ao-pulmao-20100820.html
Acesso às 11h e 43min do dia 24/08/10

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Mais de 50% dos homens com histórico de tabagismo tem câncer de bexiga


Segundo um levantamento realizado pelo Instituto do Câncer do Estado de SP (Icesp), com parceria com o Hospital das Clínicas, revelou que 65% dos homens de 25% das mulheres com tumores de bexiga apresentavam histórico de tabagismo.

Também foi revelado um outro dado alarmante: cerca de 40% dos pacientes tratados por Neoplasia Maligna na bexiga apresentaram tumores invadindo a camada muscular, sendo assim, tiveram que tirar todo o orgão.

Segundo Marcos Dall' Oglio, chefe de departamento de Urologia do Icesp e do HC, a fumaça do cigarro contém muitas substâncias químicas que são absorvidas pelo organismo e eliminadas pela urina. Isto aumenta o risco de se desenvolver um tumor Genito-Urinário.

Referências Bibliográficas

Acesso às 18h e 27min do dia 08/06/10.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Narguilé (Parte 1)


É um tipo de cachimbo junto a um recipiente com água utilizado para consumir a fumaça do tabaco. Ele é muito usado no Oriente e no Sudoeste Asiático. Pode ser usado para fumar tabaco ou ervas aromáticas. No Brasil os seus principais usuários são jovens, os quais os consideram um fumo benigno. 

Um Narguilé pode possuir tubos e piteiras, permitindo que várias pessoas fumem ao mesmo tempo. Sendo este um dos motivos dele estar se disseminando rápido pelo Brasil. Ao contrário do que muitos pensam que o narguilé não faz mal a saúde, pois ele não é seguro para filtrar os males do tabaco e pode ser visto como uma porta de entrada para o tabagismo. 

Segundo a OMS, a fumaça inalada pelo narguilé contem inúmeras toxinas que podem resultar em câncer de pulmão, doenças cardíacas, entre outras. E, em uma sessão de uma hora a quantidade de cigarros inalada é a mesma de se fumar 100 cigarros. 

Referências Bibliográficas

SANTELLANO, TEREZINHA. Narguilé, a nova fronteira do tabagismo. 2008. Disponível em: http://www.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.brasilwiki.com.br%2Fnoticia.php%3Fid noticia%D6849&h=ff87e
Acesso às 17h e 34 min do dia 09/06/10

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Imagens chocantes em maços de cigarro


As imagens nos maços de cigarro tem como objetivo a prevenção do consumo por jovens e para incentivar o fumante a se questionar o motivo de fumar. O Brasil foi o segundo país do mundo a adotar a medida. A Inglaterra lançou uma série de imagens muito chocantes do Brasil, mas nem por isso as pessoas deixaram de consumir. As empresas chegaram até a alegar que as imagens não mostravam o que realmente acontecia.

Essas imagens publicadas nos maços britânicos, na realidade foram desenvolvidas pela neurobiologia da UFRJ, da neurofisiologia do comportamento da UFF e o Departamento de Artes e Design da PUC- Rio e foram feitas com base em estudos de neurobiologia.

As advertências sanitárias nas embalagens dos cigarros representam uma das medidas centrais da Convenção- Quadro para o Controle do Tabaco, assunto que já foi falado no post passado. Essas novas fotografias podem mantem o fumante alerta aos futuros prejuiços. As fotos nos maços interferem no apelo que a propaganda transmite através de bonitas embalagens. Nas ações de controle o objetivo é comunicar e imformar a população sobre os riscos do consumo e gerar um sentimento de rejeição, para poder afastar o consumidor, principalmente o público jovem.

Referências Bibliográficas

MOUTINHO, SOFIA E ET.AL. Imagens chocantes: uma ferramenta contra o tabagismo? 2009.  Disponível em: http://www.olharvital.ufrj.br/2006/index.php?id  edicao=166&codigo=4
Acesso às 18h e 47 min do dia 08/12/09.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

A Convenção Quadro para o Controle do Tabagismo


A Convenção Quadro para o Controle do Tabagismo foi criada pela ONU devido ao aumento da epidemia do tabaco pelo mundo. Os dispositivos centrais desta convenção para diminuir a demanda são:

* Medidas ficais relacionadas ao preço e 
* Medidas não relacionadas ao preço, que são:
- Proteção contra exposição à fumaça ambiental do tabaco;
- Regulamentação do teor nos produtos derivados de tabaco;
- Regulamentação das informações dos produtos do tabaco;
- Embalagem e rotulação dos produtos do tabaco;
- Educação, comunicação, treinamento e conscientização pública;
- Propaganda, promoção e patrocínio do tabaco.

Já os dispositivos centrais para a redução da oferta são:

* Diminuição do comércio ilegal dos produtos de tabaco;
* Limitar a venda a maiores;
* Apoio das atividades alternativas que sejam viáveis economicamente.

Este é o primeiro tratado global na área da saúde que representa uma mudança de conceitos para o desenvolvimento de uma estratégia reguladora para debater questões referentes assubstâncias que provocam dependência. Entre as várias medidas tomadas ela afirma a importância das estratégias relacionadas à demanda e a limitação da oferta.

Entre outras medidas a convençao exige novos rótulos dos produtos e derivados do tabaco, implementação do ar limpo e controle mais rígido no contrabando.

Referências Bibliográficas

Acesso àS 18h e 43min do dia 08/12/09.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Políticas de controle do tabagismo no Brasil


Não existe nenhuma intervenção que tenha feito efeito significativo para o controle do tabagismo. Atualmente os programas de controle do tabagismo mais eficazes são aqueles que diminuem a circulação do cigarro, sendo eles: aumento dos impostos sobre o ciagrro, informações aos  consumidores, proibição de propagandas e promoções, advertência e restrições do fumo em lugares públicos.

As políticas de controle do tabagismo têm como objetivo a melhoria da saúde e intervenções do governo no mercado do tabaco. Isto porque a maioria dos fumantes, em especial os mais jovens e os mais pobres, são conscientes dos altos riscos do tabaco, já os consumidores e potenciais não tem o menor conhecimento. Além dosso, o tabagismo impõe custos aos não fumantes, pois a verba que seria destinada a eles acaba sendo destinada no tratamento dos fumantes, além da irritação que os fumantes passivos sofrem.

O aumento dos impostos e consequentemente o aumento do preço do cigarro é uma medida muito importante, pois isto afastaria os jovens. Afinal, há uma aparente falta de sucesso da educação em sapude para reduzir o tabagismo entre os adolescentes. Esta atitude pode ser provada eficiente em países desenvolvidos que implementaram e isso gerou uma diminuição muito significativa.

Desde a década de 60 os governos passaram a exigir que as empresas de cigarros colocassem advertências em seu produto. Esses avisos são eficazes, desde que sejam grandes, claros e incluam palavras fortes e efeitos especificos. É possível que esse instrumento não atinja os mais pobres em países de baixa ou média renda, pois os cigarros normalmente são comprados um a um ou são ilegais, o que quer dizer que não tem nenhuma advertência.

Referências Bibliográficas

IGLESIAS, ROBERTO, ET. AL. Controle do tabagismo no Brasil. 2007. Disponível em: http://64.233.163.123/search?q=cache:BS8hOai431cJ:portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/Controle%2520do%2520Tabagismo%2520no%2520Brasil.pdf+Epidemiologia+do+tabagismo+no+Brasil&cd=24&hl=pt-BRct=24&hl=pt-Br&ct=clnk&gl=br
 Acesso às 18h e 43 min do dia 08/12/09.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Ele queria que você soubesse

Bryan Lee Curtis, 33 anos, dois mêses antes de sua morte.
Esta é a história de Brya Lee Curtis, um homem que começou a fumar aos 13 anos, mas nunca pensou que 20 anos depois o vício o mataria.

Em sua útima semana de vida ele pediu que sua história fosse passada para todo o mundo, principalmente aos jovens, para que ninguém mais cometesse o mesmo erro.
Bryan teve câncer de fígado e de pulmão, mas apesar disso ele fumou até uma semana antes de sua morte.

Bryan na entrevista disse ter tentado parar algumas vezes, mas nunca seriamente. Bryan se preocupava mais com a saúde de sua mãe que também é fumante do que com a sua própria. O vício de sua mão prova que pais fumantes influencias os vícios do filhos, além de o filho levar este vício no sangue desde seu nascimento.

Segundo Dr. Jeffrey, médico de Bryan, o câncer de pulmão está sendo diagnosticado mais cedo nas pessoas. Isso se dá devido às pessoas estarem começando a fumar cada vez mais cedo.


Bryan Lee Curtis, 3 horas antes de sua morte.
Bryan morreu aos 34 anos e no seu funeral foi aberto o caixão para que todos vissem o que o cigarro fez com ele e para que servisse de exemplo para que as pessoas parassem de fumar, mas mesmo assim, depois do funeral as pessoas saíram e foram fumar.

Referências Bibliográficas
LANDRY, SUE. He wanted you to know. 1999. Dísponivel em: http://www.sptimes.com/News/61599/Floridian/He_wanted_you_to_know.shtml
Acesso às 18h 18min do dia 20/01/10.