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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

60% dos fumantes com câncer continua a usar o cigarro


Segundo levantamento feito pelo Instituto do Câncer de São Paulo, a cada dez fumantes 6 não consegue parar mesmo depois do diagnostico. O tabagismo prejudica a função pulmonar, que aumenta o risco de complicações durante o tratamento.

Dificulta a cicatrização, eleva a pressão arterial e o risco de doenças cardiovasculares. Além disso, o cigarro interfere na quimioterapia e alguns remédios podem ter efeito bem menor.

Referências Bibliográficas

G1. 60% dos fumantes com câncer não conseguem abandonar o cigarro. 2010. Disponível em: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/08/60-dos-fumantes-com-cancer-nao-conseguem-abandonar-o-cigarro.html
Acesso às 17h e 21min do dia 27/08/10

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Pessoas que querem deixar de fumar tem que esperar até 3 meses para tratamento


Depois de a Lei Anti-fumo ter feito um ano, em São Paulo, entra em vigor a fila de espera para tratamento contra o tabagismo nos serviços públicos, mas a média de espera é de três meses e o pior, não está disponível em toda rede.

A maior parte dos tratamentos está disponível na prefeitura. Cerca de 800 pessoas eram atendidas antes da lei e agora são de aproximadamente 1500 atendimento. Segundo a Secretaria de Estado e Saúde, ela oferece tratamento gratuito para parar de fumar em parceria o SUS e a Prefeitura.

Este atendimento está disponível em cerca de 30 locais e o Cratod capacita os profissionais que trabalham na prefeitura. Já foram 300 desde o inicio da Lei.

Referências Bibliográficas

R7. Fila para quem quer largar fumo em SP é de 3 meses.Disponível em: http://noticias.r7.com/saude/noticias/fila-para-quem-quer-largar-fumo-em-sp-e-de-3-meses-20100806.html
Acesso às 18h e 41min do dia 06/08/10

terça-feira, 25 de maio de 2010

Mulheres fumantes são mais insatisfeitas com o corpo


Segundo estudos do New York Times mulheres não deixam o vício com medo de engordar. As mulheres que não deixam de fumar, são as que estão longe de ter sua imagem ideal.

As muheres que fumam são mais propensas a dietas e excesso nas comidas. Como o cigarro diminui o apetite, as mulheres que tem problema com o seu peso são mais insatisfeitas e se sentem mais atraídas pelo tabaco.

Um estudo recém publicado afirmou que uma em cada quatro mulheres ganhará 2,25 quilos, duas em cada quatro ganham 2,25 a 7 quilos e apenas uma em quatro ganham mais de 7 quilos ao deixar de fumar. Mas este estudo também descobriu que quase metade delas não aceitaria ganho de peso algum.

Mulheres que já tinham problema de peso na infância eram mais propensas a começar a fumar na adolescência do que aquelas que os problemas de peso chegaram à adolescência. Mas esse problema é o de menos. O maior deles é convencer que o ganho de peso de fumar vai valer muito mais apenas. Afinal é melhor ser gorda com saúde do que magra com saúde e morrer mais rápido do que as outras pessoas.

Referências Bibliográficas

GLOBO NOTICIAS. Mulheres fumantes são as mais insatisfeitas com seu corpo. 2007. Disponível em: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL170031-5603,00-MULHERES+FUMANTES+SAO+AS+MAIS+INSATISFEITAS+COM+SEU+CORPO.html
Acesso às 18h e 35 min do dia 07/05/10.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Treze bons motivos para largar o vício


Após duas horas não há mais nicotina no sangue.
Após seis horas a pressão arterial começa a baixar, devido à diminuição dos batimentos cardíacos.
De 12 a 24 horas volta-se a se sentir o gosto dos alimentos e perceber melhor os cheiros das coisas (1).
Após um dia as chances de infarto começam a reduzir.
Após três dias ocorre um aumento da capacidade respiratória (2).
Após alguns dias os cílios dos brônquios começam a melhorar se recuperando em três meses.
Após um mês os exercícios físicos se tornam mais fáceis.
Após dois meses a pessoa sente mais energia, pois o sangue flui melhor.
Após três meses os pulmões funcionam melhor e o espermatozóide se normaliza (1).
Entre um mês e nove meses as tosses e infecçções das vias aéreas vão cessando (2).
Após um ano o risco de ataque cardíaco cai pela metade (1).
Entre dez a quinze o risco de ataque cardíaco é igual à um não fumante (2).

Estes são treze bons motivos para largar o vício. Mas se você fumante quer mais algum, vou lhe dar. Pare e lembre da é´poca de quando você não fumava. Você tem saudade? Ainda da tempo de recuperar a saúde daquele tempo. Lembre-se: quanto antes melhor.

Referências Bibliográficas

(1) UFFRJ. Tabagismo. Sem data. Disponível em: http://www.ufrrj.br/institutos/it/de/acidentes/fumo5.htm
Acesso às 11h e 29 min do dia 29/12/09.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

O motivo de parar de fumar ser tão difícil


No inicio que o fumante decide parar de fumar é muito mais fácil, principalmente nas primeiras horas. Mas depois de um tempo vai ficando cada vez mais difícil. Aquela vontade de realizar as tarefas por mais prazerosas que sejam, vai ficando cada vez menor e o desânimo vai tomando conta.

Depois surge a irritaçao. Essa irritação é crônica e emocional que a cada meia hora cresce mais. No inicio só grandes coisas irritam, mas com o tempo qualquer coisinha mínima vai irritando cada vez mais. O simples fato de esquecer uma lâmpada ligada, já é motivo para uma tempestade em copo d' água.

Mas não para por ai, se o organismo conseguir suportar a irritação ainda vêem a ansiedade, tristeza, depressão, insônia ou sonolência. Pode vir também à desconcentração, que dificulta a fazer a mais simples tarefas. Então o corpo começa a pedir nicotina e não é fácil enganá-lo.

Ninguém consegue parar de fumar de vez na primeira tentativa, mas a ajuda de amigos e familiares é muito importante nesse processo. Mas só de estar tentando uma vez, já é um progresso.

Uma pesquisa realizada há muito tempo mostrou que existem quatro situações para anular a síndrome de abstinência: a religião, grupos de esportes, gravidez e receber a noticia de que corre risco de vida.

Referências Bibliográficas

MILAGRES, JORGE ALEXANDRE SANDES. Fala logo, e quando resolve-se não repor a nicotina? Sem data. Disponível em: http://www.cigarro.med.br/cap11htm
Acesso às 17h e 38 min do dia 04/01/10